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ADUS consegue vaga de emprego para refugiada

A refugiada Clarice veio da República Democrática do Congo, em busca de um recomeço no Brasil. Com o auxílio do Adus, ela conseguiu preencher uma vaga de emprego na casa de Ernesto e Luci, como empregada doméstica. Após algum tempo de serviço, o Adus entrou em contato com os empregadores, a fim de obter notícias sobre o trabalho da refugiada.

Dona Luci confessou que ficara receosa em contratar alguém de uma cultura tão distinta, mas felizmente foi conquistada pela Clarice: “depois da entrevista que fizemos, percebi que meus temores eram infundados. Houve uma empatia instantânea. E ela vem nos conquistando desde então… A Clarice é um anjo de pessoa. É extremamente esforçada”.

Outra grande surpresa para a dona da casa foi quanta à atitude positiva de Clarice: “ela irradia positivismo e alegria de viver. Difícil de acreditar, por ser ela uma refugiada que teria todos os motivos da vida para ser revoltada, entretanto o que acontece é exatamente o oposto. Clarice é muito grata pela acolhida brasileira. É perceptível a felicidade dela em poder trabalhar dignamente e também é nítido como ela nos considera pela oportunidade que lhe demos”.

O marido Ernesto concorda: “Essas pessoas, refugiadas, valorizam extremamente as oportunidades que lhes são dadas. Afinal de contas, são seres humanos, como nós, mas sem pátria. É como uma criança que procura pais para adoção. É assim como eles veem o Brasil: sua pátria adotiva. Eles não querem nada de graça, querem apenas ter a chance de trabalhar honestamente!”.

Contente com as trocas de experiências, Ernesto acrescentou que “nós deveríamos aprender com eles (refugiados) a valorizar tudo de bom que acontece em nossas vidas. Acredito que o sofrimento vivenciado pelos refugiados faz deles pessoas melhores, mais sensíveis e agradecidas!”.

O Adus ficou muito feliz com as boas notícias e agradece a oportunidade que Ernesto e Luci deram à Clarice, bem como o reconhecimento do casal frente à missão da organização: “gostaria de enaltecer o trabalho que vocês estão realizando com todas essas pessoas, que Deus sabe como estariam sem o seu apoio”. O Adus espera que histórias como esta sirvam de incentivo para o acolhimento dos refugiados dentro da sociedade.

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